PGR reforça pedido de acesso ao celular
Operacionalcom Daniel Vorcaro
A PGR reforçou o pedido para que ministros do STF tenham acesso aos dados do celular de Vorcaro antes da sessão sobre Moraes.
Grafo / STF / Judiciário
Pediu apuração de eventual atuação de Flávio Bolsonaro no Senado em favor de Vorcaro, reforçou o pedido de acesso ao celular do banqueiro e rejeitou a segunda proposta de delação de Vorcaro (15/06) e a do ex-presidente do BRB (25/06); assinou delação com o fundador da Reag, em análise por Mendonça.
com Daniel Vorcaro
A PGR reforçou o pedido para que ministros do STF tenham acesso aos dados do celular de Vorcaro antes da sessão sobre Moraes.
com Flávio Bolsonaro
Em manifestação a Mendonça (jul/2026), a PGR leu mensagem de Flávio a Vorcaro na véspera da prisão do banqueiro como possível 'promessa de apoio ou interferências' e pediu o levantamento de projetos de Flávio que interessassem ao Master, em busca de eventual contrapartida parlamentar ao financiamento do filme (SBT News, BBC News Brasil).
Segundo o Midiamax, com base no G1, o Conselho Superior do MPF decide em 25/09/2026, por unanimidade, manter o procurador-geral Paulo Gonet nos casos do Master e, por 5 a 4, arquivar o pedido de aprofundar a apuração sobre sua relação com Vorcaro; o procedimento foi aberto após a divulgação de mensagens do celular de Vorcaro que citam Gonet (Brasil de Fato).
Segundo a coluna de Andreza Matais no Metrópoles, a defesa de Vorcaro vai alegar que as informações dos colaboradores Antonio Carlos Freixo Júnior, o 'Mineiro', e João Carlos Mansur, fundador da Reag, já constavam das propostas de delação de Vorcaro recusadas pela PGR.
Segundo o Times Brasil, em 03/09/2026 João Carlos Mansur depôs a um juiz auxiliar do gabinete do ministro André Mendonça e confirmou que 'decidiu colaborar com as investigações sem ter sido coagido'. A etapa verifica a espontaneidade e não analisa o mérito (SBT News, 08/09); cabe a Mendonça decidir a homologação.
Segundo a Gazeta do Povo, Vorcaro relatou a um juiz auxiliar do ministro Mendonça, sem a presença da PF, ter sofrido ameaças para não fechar delação; em 02/09/2026 o procurador-geral Paulo Gonet pede o arquivamento, afirmando que o depoimento não trouxe 'fato concreto ou juridicamente delimitado'.
Segundo o Poder360, João Carlos Mansur, fundador da Reag, entrega em 26/08/2026 proposta de delação à PGR, que assina o acordo e o envia em 02/09 ao ministro André Mendonça para homologação — a 1ª delação firmada pela PGR na Compliance Zero, com multa de R$ 40 milhões e ao menos 17 temas, centrada em Vorcaro. Segundo a Gazeta do Povo, a proposta também cita o senador Jaques Wagner e ACM Neto; são relatos de colaborador, ainda sem homologação. A PGR conduziu a negociação sem a PF, que participou só do início das conversas (Correio da Manhã, Bahia Notícias).
Segundo a ConJur, o PGR Paulo Gonet pede a extinção da petição relatada por Mendonça, que aprofundava a apuração sobre as relações de Moraes com Vorcaro. Para ele há 'dupla nulidade': só o Plenário poderia aprofundar a apuração sobre um ministro do STF, e o sistema acusatório impede o juiz de dirigir diligências policiais que não partiram da PF nem do MP. A PGR diz que cerca de 190 das 218 páginas do estudo da PF tratam de Moraes. É manifestação da PGR; o Plenário não a julgou.
Segundo a SBT News, em 25/06/2026 o procurador-geral Paulo Gonet recusa a proposta de delação do ex-presidente do BRB, preso desde 16/04, por 'reduzida utilidade e débil eficácia potencial'; a defesa diz que ele nunca foi ouvido e que vai comentar quando conhecer os fundamentos.
Segundo o Poder360, a PF rejeita em 11/06/2026 a segunda proposta de delação de Vorcaro e, em 15/06, o procurador-geral Paulo Gonet também a recusa: para os investigadores, faltavam provas robustas, parte do relato era indireta e Vorcaro não se comprometia a ressarcir o prejuízo, estimado em mais de R$ 50 bilhões ao FGC.
Segundo a Agência Brasil, a defesa de Vorcaro entrega em 05/05/2026 uma proposta de colaboração premiada à PGR e à PF; o conteúdo é sigiloso e um eventual acordo depende de homologação do ministro André Mendonça.
Segundo o Poder360, em 19/03/2026 Vorcaro assina com a PGR e a PF um termo de confidencialidade, passo inicial para formalizar uma colaboração premiada, com sigilo absoluto sobre as negociações.
Toffoli marca acareação entre Vorcaro, um diretor do BC e o ex-presidente do BRB para 30/12, em sigilo; o PGR Paulo Gonet se opõe, dizendo que a movimentação é prematura.